Havia um homem que desde muito jovem se aplicou nas guerras. Possuía um grande potencial e durante as batalhas o demonstrou sendo invicto. Sua fama cresceu em seu país e se tornou o mais poderoso guerreiro de seu exército. Sua força, vinda de seus músculos, da sua altura e de sua habilidade, o tornou cada vez mais confiante. Seu nome ficou conhecido entre as nações vizinhas e passou a ser temido até mesmo por seus companheiros.
Durante as lutas, para evitar mortes em excesso, era costume das nações colocarem seus melhores soldados para duelarem. Ele sempre era convocado ao combate e sempre vencia. O invencível e mais forte guerreiro de sua época. Seu coração se ensoberbeceu e ele passou a desprezar todos os seus inimigos considerando-os nada além de cães e vermes. Tornou-se cada vez mais violento.
Numa das investidas do seu rei para conquistar uma antiga nação inimiga, o guerreiro exigiu uma luta contra o campeão, o soldado mais forte do exército adversário. Mas ao olharem para ele, seus inimigos o temeram e ninguém ousava desafiá-lo. Então esse homem zombou de seus inimigos e os amaldiçoou pelos seus deuses. Ele acreditava que jamais seria vencido; estava convencido de que, na terra, não existia guerreiro mais poderoso do que ele.

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